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Cultura de Nunavut

Nuvanut foi descoberta ainda na Pré-História por esquimós que fugiam do regime comunista na Rússia passando pelo Alasca, até chegarem a um lugar cheio de ilhas e se estabeleceram lá, dando origem aos primeiros esquimós. Eles formaram uma comunidade, sobrevivendo da venda de geladeiras primitivas e da matança de focas, posteriormente proibida pelo Greenpeace, que ferrou com os esquimós.


 Os esquimós de Nunavut sobreviveram da caça de focas, ursos polares e baleias, principalmente a de baleias. Os esquimós mais loucos e/ou suicidas eram escolhidos para desempenhar essa atividade. Nela, os caras navegavam em botes minúsculos atrás de baleias gigantes. Acredite, muita gente vai a Nunavut olhar montanhas de neve e descobrir a sensação de ser trancado num congelador gigante.




 O sistema político de Nunavut é bastante diferente dos outros territórios e províncias canadenses. Para começar, essa região não possui nenhum representante na Câmara ou no Senado. Quando Nunavut foi criada, o governo não quis criar uma nova vaga no Parlamento para um território cuja população mal supera a de Bom Jesus do Norte, se é que essa cidade realmente existe.


 A língua falada em Nunavut não é o ingrês, falado no resto do Canadá, ou o francês, falado no Quebec. É o inuktitut, ou ᐃᓄᒃᑎᑐᑦ se preferir. Esse negócio é um dos idiomas mais esquisitos que se conhece. Em vez de letras, existem vários triângulos, quadrados e outros símbolos escrotos O principal meio de transporte são os trenós. Eles são o sonho de consumo de qualquer inuíte.



 O comércio de trenós e cães também movimenta a economia. Só não a aquece porque nada pode aquecer o clima do território, exceto o aquecimento global. Um meio de transporte alternativo recentemente desenvolvido para as necessidades dos esquimós é o bobsled.

 Na maioria das comunidades, em dias quentes de verão, os escultores saem para fazer ursos polares e morsas de blocos de pedra, galhada, mármore ou osso: faça sua oferta e adquira criações recém-saídas das mãos do escultor. Esculturas em pedra de Cape Dorset, que abriga o maior número per capita de artistas do Canadá, foram doadas a presidentes, reis e papas.

As pinturas inuítes mais famosas do mundo são produzidas em Cape Dorset, assim como na pitoresca comunidade de Pangnirtung, onde você poderá também acompanhar o trabalho dos tecelões em uma especialíssima oficina de tapeçaria. Iqaluit, a capital do território, é um centro criativo com diversas butiques de arte, incluindo a bem guarnecida loja de presentes Nunatta Sunakkutaangit Museum.


 Siga rumo à Assembleia Legislativa, com design inspirado nas elegantes linhas de um tradicional trenó inuíte, e veja obras-primas, como um cetro esculpido em marfim de narval. Visite Iqaluit durante o Toonik Tyme na primavera e ouça histórias de pessoas mais velhas, tradicionais cantos guturais e danças com tambor. Aprenda jogos inuítes e aprecie um jantar de cozido de caribu. Ou conheça o Alianait! Festival de Artes em julho, um teatro do Norte, filme, música e incríveis espetáculos de dança apresentados sob o Sol da Meia-noite.
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